Lápis e papel: coisa do passado?

Na era do computador e da internet, escrever à mão é uma ação cada vez menos praticada. Diga-me, professor, qual é o aluno que não reclama de ter que escrever a prova com a mão? Qual é o aluno que não fica com a mão doendo de tanto escrever para responder à avaliação? E o que dizer da caligrafia da atual geração de meninos e meninas? Pois é, com o uso frequente do computador, lápis e papel são cada vez mais peças de museu.

Atitude nada saudável. Pelo menos, essa foi a conclusão que pesquisadores do departamento de psicologia e neurociência da Universidade de Indiana. Eles detectaram maior atividade neural no cérebro de crianças que haviam praticado a escrita à mão, em comparação com aquelas que apenas observavam letras numa tela. Para os pesquisadores, a escrita é de grande importância para o desenvolvimento do cérebro e da cognição, o que ajuda as crianças a aprimorar suas habilidades motoras finas e expressar e gerar ideias.

Leia o artigo de Umberto Eco
A arte perdida da escrita à mão

O que acontece com as crianças e os jovens também se observa com os adultos. Imagens de cérebros de adultos, analisadas pela Universidade de Washington, indicam que os movimentos sequenciais das mãos necessários para a escrita ativam as áreas cerebrais responsáveis pelo raciocínio, linguagem e processamento da memória.

A revistapontocom pergunta: escrever à mão é ou não é importante para a formação das crianças? Escreva para nós e avalie!

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