Bases Conceituais

As bases teóricas que fundamentam as ações, os trabalhos e os projetos propostos e desenvolvidos pelo planetapontocom são:

  • Midiaeducação
  • Educação interdimensional
  • Pensamento sistêmico

Midiaeducação

Para o planetapontocom midiaeducação é um conceito que se traduz em um trabalho educativo sobre os meios, com os meios e através dos meios. Sobre os meios, refere-se ao estudo e análise dos conteúdos presentes nos diferentes meios e suas linguagens. Com os meios, trata-se  do uso dos meios e suas linguagens como ferramenta de apoio às atividades didáticas. E através dos meios, diz respeito à produção de conteúdos curriculares para e com os meios, em sala de aula e, também, a educação a distância ou virtual, quando o meio se transforma no ambiente em que os processos de ensino-aprendizagem ocorrem.
Clique aqui para ler as entrevistas feitas pela revistapontocom com professores, estudiosos e pesquisadores sobre o tema.


Educação interdimensional

Idealizada por Antônio Carlos Gomes da Costa – pedagogo, um dos grandes personagens da história da educação brasileira – a educação interdimensional é uma proposta pedagógica voltada para a formação humana, que propõe ações educativas que contemplem, além da dimensão “logos” (razão), outras dimensões do humano como a dimensão “pathos” (afetividade), do “eros” (corporeidade) e do “mythos” (espiritualidade).
As práticas educativas inovadoras propostas pelo planetapontocom estão impregnadas das ideias de Gomes da Costa sendo elas: educação para valores, protagonismo infanto-juvenil, enculturamento digital e cultura da trabalhabilidade.
Conheça mais sobre a educação interdimensional e a trajetória de Gomes da Costa clicando aqui.


Pensamento Sistêmico

É um conjunto de princípios gerais, lapidados ao longo do século XX, que pretende propor novo paradigma à ciência tendo como foco o olhar para o todo, em contrapartida ao olhar fragmentado, reducionista da ciência moderna. O pensamento sistêmico não nega a racionalidade científica, mas acredita que ela não oferece parâmetros suficientes para o desenvolvimento humano.

Tem como pressupostos o reconhecimento: da complexidade do universo – buscando a compreensão dos acontecimentos em relação ao contexto em que ocorrem; do dinamismo das situações – convivendo com a contínua mutação dos sistemas; e por último, de que não existem realidades objetivas – elas são constituídas a partir da interação dos sujeitos com o mundo a sua volta.
O mundo, sob essa perspectiva, passa a ser entendido e pensado em termo de sistemas – conjunto de elementos em interação. A partir disso, o foco passa a estar nas relações, interações entre esses elementos.

 

 

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